uns posts em série. de fé, de joy ^^, de raiva e de dúvida, hoje.
e o “não chora”, faço?!
oO
PS IMPORTANTE: feliz aniversário, ludys!!!
uns posts em série. de fé, de joy ^^, de raiva e de dúvida, hoje.
e o “não chora”, faço?!
oO
PS IMPORTANTE: feliz aniversário, ludys!!!
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e quanto ao “pseudo-amigo” der…
tipo, pseudo é porque amigo nada.
e escrevo mal, é?!
rasgue as cartas, então.
der é certeza, der.
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mas me lembraram.
“todas as coisas cooperam
para o bem daqueles que amam a Deus”
8,28. em romanos.
e aí, cabe a mim esperar e amar.
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não é de propósito. mas, nesse exato momento da vida:
música favorita – romeo and juliet.
comida da estação – goiabada com queijo.
o que eu vou fazer agora? assistir a “um amor pra recordar”!
viu?! como quando eu tinha 12, o romance. e eu nem preciso fazer força.
¬¬
ps. mas eu vi 889 mil filmes cult esse final de semana, mereço um pra não pensar, só chorar, agora.
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Ao me inscrever no curso, sabia pouca coisa de seu funcionamento. Sabia que a prova era muito difícil – e detalhista – e que teria muita sorte de passar para a etapa de entrevistas. Talvez por isso mesmo, cheguei para o encontro com Chico Ornellas relativamente tranqüilo. Pobre de mim. Ao entrar na sala, o coordenador do curso pegou minha prova e leu em voz alta o verso, onde eu fazia severas críticas ao método de avaliação. “A prova tem 19 anos. Quando a gente começou esse curso você ainda usava fraldas”, bradou ele com um tom de voz que até hoje eu não consigo distinguir se é sério ou de brincadeira. Apesar do clima tenso, ri bastante naquele encontro, mas saí completamente desesperançoso de que seria selecionado. Certa tarde, lá estou eu no meu antigo serviço, quando recebo um e-mail: “Parabéns. Você foi selecionado. É um dos 30 focas”. Curto, grosso e fantástico.
Álvaro Campos Carneiro Cruz Gouveia, ele tem o nome maior que o meu… e, nesse momento, expressa o que eu queria dizer, pelo menos até a parte da segunda etapa, por enquanto.
=]
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às vezes eu penso numas coisas legais pra falar… mas quando chego aqui esqueço. oO
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eu prometo que não é uma troca, mas vou aproveitar os mais queridos ao máximo, tá Pai?!
Cuida dele!
Amém…
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Sophie Calle é uma artista francesa que fez uma exposição assim: pegou a carta/e-mail na qual o namorado dava “o fora” nela e entregou para 107 mulheres interpretarem da forma que quisessem.
Eu fui à exposição e peguei a carta. Eu li. Eu digeri. E eu a repassei praquele que me fez pensar de outra forma sobre o assunto. Como não a tenho mais, esqueci de alguns detalhes da carta. Mas vou interpretá-la do meu jeito, que já começa com o esquecimento, e “errado”, como me é característico.
Sophie,
uma hora ou outra o fim vem. O difícil é ele não vir. O não-fim de um relacionamento seria incrivelmente mais excepcional. Os homens vão saracotear e as mulheres vão chorar. E olha que eu não acho que ele foi frio, para um escritor – mesmo para os errantes – um texto pode conter o máximo da essência. Menos que um telefonema? Não acho! Pois é… Mas no fim, se o amor não venceu, meu bem, pode não ter sido amor, porque ele sempre vence, sempre, mesmo que mude. Quanto ao “Cuide de você”, alguém me disse que é o máximo que a gente pode desejar ao outro, porque pode ser mais que um “te amo”, pode ser um “te amo tanto que não quero que nada de mau te aconteça”. Pois é, querida… nem sei se foi amor, e talvez você tenha certeza. Eu sugiro que você ouça Roberto Carlos e que as mulheres se unam na “Liga” (porque toda mulher tem uma liga de amigas pra opinar e palpitar sobre tudo) para celebrar o amor, e não as separações. A força, pra mim, vem do otimismo e da esperança, sem falar na fé… E “olha” que as coisas não andam fáceis!
e eles se encontraram aqui no Brasil…
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a resposta da escritora na exposição da sophie cale me fez pensar. vou ser fria e matemática, agora. vou desfazer a liga – por um tempo.
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