BlueberryBanana

medo medo medo

Julho 6, 2009 · Deixe um comentário

to com medo do que não posso prever. do que não posso antecipar e planejar. a única coisa confortável nisso é que não tou sozinha. primeiro, é clichê, mas é verdade e “foda-se”, tou com Deus. depois, tenho um mundo, infinito e particular, de pessoas que tão comigo, na peleja, na maré, na correnteza, na luta. preciso logo de um caminho que me leve ao céu. avisem quando econtrar, me dêem a mão e vamos. eu ajudo no que puder enquanto me resgatam de mim. tenho só uma sugestão de quem pode puxar a fila. … !!!

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Julho 2, 2009 · Deixe um comentário

lembro da escada e de uns 17 meses atrás, ou mais. lembro do choro que aproximou. lembro da dor que virou amor de uma amizade nova e compartilhada na dor e no amor. lembro do que passou, mas vivo a mesma música. a amiga é a mesma, pelo menos. 

“all i know is that, you’re so nice. you’re the nicest thing i’ve seen. i wish i was your favorite girl”

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Junho 27, 2009 · Deixe um comentário

eu nem sabia que existia mais tanta coisa assim. cada segundo é uma descoberta. cada pensamento atropela. as vontandes vêm em pares inimigos e brigam até cansar porque não se morre, nada se morre, nesse lugar. e os gestos são duelos. as palavras são convites. e a sinuca, esconderijo. em cada cacho me desfaço achando que  nunca poderia ter sido diferente. o tempo passa rápido mas a gente protela. novela. novela. cada centímetro quadrado contado. cada segundo usado ilimitado. conta até 30 porque quando der nove e meia, e completar 12 horas, tudo vai voltar pro lugar. tudo não, dois de tudo. a vida segue. futuro certo. incerto. perdido em 50 dias que tenho, menos os tantos que não vai passar comigo.

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fé em Deus, fé na vida.

Junho 26, 2009 · Deixe um comentário

é melhor mesmo que eu escreva, meu bem, porque, pelo menos – e é um menos nada muito confortável -, eu esqueço de pensar.

ontem me falaram sobre cume e vale, ou qualquer coisa que lembre a parte mais alta e mais baixa de um gráfico – ou de uma montanha-russa. então, completo que cumes e vales, querido, são a mesma coisa. é física, é newton, tudo é relativo e depende do ponto de vista. digo porque sinto, e a experimentação é uma metodologia. e é mais ou menos assim: não sei se estou no ápice de tudo que melhor poderia ocorrer ou se é o mais baixo que já cheguei. espero muito que a inércia seja gentil comigo e me empurre pra um lugar mais confortável. afinal, pisar em solos inconstantes, incertos e que se abrem em meio ao vão, não vai me levar… nem que seja em carrinhos de parque de diversão, a lugar nenhum.

 

enquanto isso… uma música me desmaterializa em loucuras e eu fico usando essa linguagem pseudo-nerd de merda.

 

quanto à fé. ela existe e bate, se é que bater é sua ação predileta, forte aqui. fé que eu sou doida mesmo e que não preciso me preocupar porque minhas preocupações são de doido mesmo. fé que vai dar tudo certo. que o vale é o depois de um quebra-mola suave, um baixo tranquilo, necessário pra evitar acidentes. e que o cume é o everest, o pico da bandeira, o dedo de Deus, o frade e a freira ou até mesmo o morro da caixa d’água da ufes. cansa pra chegar, mas depois vale a pena. quero algo que me eleve, que me eleve pra sempre – e pode ser em notas musicais.

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Junho 12, 2009 · Deixe um comentário

didn’t call e didn’t say anything. nem muito, nem nada, querido. o mesmo de sempre, só pra você.

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sabia que não devia sair da cama…

Maio 25, 2009 · 2 Comentários

a gente nunca deve sair da cama mesmo. principlamente quando acha que nao deve. passado o pesadelo, tava bom. confortável. macio. aconchegante. droga! sabia que não devia ter saído da cama. e por que ninguém avisa que não vai ter aula? por que? agora me aguentem assim pra sempre. mal humorada nada. sem humor nenhum.

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liberdade

Maio 24, 2009 · 2 Comentários

se duvidam de mim é porque eu deixo. e exclusivamente por isso. “perceber o que se tem de bom”. tah na hora de ver que sou forte, aceitar meu destino, e ir à luta. só preciso de um anjo.

precisa-se de um anjo!

que saiba aconselhar, puxar orelha, ser doce e que não me deixe chorar nem quando eu pedir muito e falar que eu

N-E-C-E-S-S-I-T-O.

é Deus, se é só com a gente, manda um anjo pra mim. mas fala pra ele não desistir, porque eu sou teimosa. e brigona. e acho que não vou conseguir. mas eu consigo, prometo. tenho muito sonho pela frente.

ah… e se puder, se não tiver pedindo demais, pede pra ele me inspirar. quero parar de ficar “copiando” o camelo.

amém

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uma raiva recolhida

Maio 3, 2009 · 1 Comentário

 

 

o que falar pra uma criatura dessa? “tenha fé na humanidade” ¬¬

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Abril 21, 2009 · Deixe um comentário

céu de estrelas.

ando tão sem inspiração. mas quero fugir.

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Em breve…

Abril 4, 2009 · Deixe um comentário

Baú de vento!

 

                            O vento que voa aqui, voa em qualquer lugar…

                    Veio de lá com muita história:

                  ultrapassou muros

                     pulou cercas cortantes

                        boiou sobre mares calmos

                             correu em estradas sinuosas

                                 e completou a maratona no aconchego do baú.

                         Mas não qualquer um!

                Um baú cheio!

          Um baú pequeno!

             Um baú pequeno, mas cheio de sentimentos gigantes.

          Nele, só cabe o vento – que chega às cambalhotas, rolando, brincando…

       E ocupando todo o espaço do baú – e de tudo o que tá dentro dele:

         o meu coração,

            o seu,

               e o de qualquer um que consiga enxergar o vento com a gente!

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